Ontem disse ao rapaz da peixaria que ele era extraordinário, na forma atenciosa como se dirigia às pessoas, no sorriso, no brio que punha naquilo que estava a fazer. Espantou-se, sorriu-me e agradeceu e eu tenho a certeza que, naquele momento, se orgulhou ainda mais de quem era. Eu segui caminho mais feliz (e orgulhosa também), por ter perdido a vergonha e ter partilhado tudo o que de bom me estava entalado na garganta.
Boa quarta-feira, cheia de pessoas bonitas…

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