Let it snow, let it snow, let it snow…

 

Primeiro, o pânico: Estamos em Dezembro!
Depois, a palmadinha nas costas: Respira fundo. Tenho boas dicas para ti…

Todos os anos é a mesma coisa. Ando o ano inteiro a sonhar com o Natal e a fervilhar de ideias brilhantes para criar coisas especiais e pôr estas mãozinhas de artista a trabalhar e depois, chego ao mês do dito, a não dar conta do assunto e a pensar: Caramba, I did it again!

A verdade é que mesmo que os presentes não saiam exatamente como o figurino imaginado, sairão, e por cá continuaremos a tentar que as escolhas se façam com o coração e pela vontade de mimar, cada uma das pessoas bonitas que nos enchem a vida.

Ficam por isso algumas sugestões, já testadas e aprovadas pela malta cá de casa:

Jogos de madeira. Podem ser comboios, casinhas de bonecas, puzzles, instrumentos musicais… São bonitos (às vezes apetece-me pô-los a decorar a sala), não precisam de pilhas, apelam à imaginação, deixam memórias e duram imenso tempo (ao contrário do plástico fantástico).

Brinquedos artesanais: pensar num brinquedo como uma peça única, criada por alguém que pôs nele o seu tempo e a sua dedicação, torna tudo mais especial. Transmitir essa ideia aos miúdos falando-lhes sobre a história de quem deu vida àquele brinquedo, contribui para quem entendam este valor e o procurem nas escolhas que façam. O projeto Biscoitos é um projeto assim, bonito e concebido com muito amor, em que cada detalhe conta uma história feliz e nos prepara para muitas outras. De certeza que perto de vós existem amigos, familiares, pequenos comerciantes com mãos de fada ou de duende, capazes de produzir tesouros que se tornarão presentes raros e muito especiais.

Jogos de tabuleiro ou outros. Por cá os preferidos são o mikado, o xadrez, o jenga, o dominó, o jogo da memória e um baralho de cartas. São jogos com benefícios enormes ao nível da aprendizagem, da memória, da atenção, da motricidade fina, e são ainda uma excelente forma de terminar os serões. Este ano descobrimos numa feira de artesanato, um jogo de madeira chamado a escada de Jacó que, vos garanto, vai fazer brilhar os olhos de curiosidade e desafio, dos miúdos que moram aí em casa.

Pincéis, tintas, marcadores, blocos de papel, barro, plasticina… Tudo o que permita explorar materiais, conhecer melhor as cores, experimentar texturas, arriscar o traço é, na minha opinião, do melhor que há para estimular a criatividade, o conhecimento e a livre expressão de emoções e sentimentos;

Livros. Sempre e muitos. Há, hoje em dia, livros para crianças de enorme qualidade. Desde os textos, às ilustrações, aos temas abordados… a maior dificuldade será sempre ter de escolher. Um dos nossos preferidos é o “Pássaro da Alma” de Michal Snunit, que vale a pena conhecer e não mais largar. Depois, existem outros como o “Leonardo, o Monstro Terrível” de Mo Willems, que vos arrancarão umas boas gargalhadas e ainda darão para falar sobre assuntos importantes. Por cá andamos deliciados com a descoberta do “Robot Selvagem” de Peter Brown que conta a história fantástica de Roz, uma robot que vive numa ilha selvagem e cujas aventuras permitem aprender tanto sobre amizade, cooperação, respeito pela diferença, proteção do meio ambiente e progresso tecnológico. Uma espécie de Robinson Crusoé do futuro. Uma delícia, portanto.

Música. Pode ser um cd de qualidade, como por exemplo o “Mão Verde” de Capicua e Pedro Geraldes, que é também um livro, ou o da Luísa Sobral que adoramos, ou podem também ser instrumentos musicais, como um ukulele, uma pandeireta, uma viola, uma flauta… Cá em casa temos alguns e é sempre uma alegria imensa organizar concertos em família;

Experiências. A ideia é pensar numa atividade/ momento em família (um concerto, uma viagem, uma ida ao cinema, um piquenique…) e oferecê-lo num postal ou até num desenho. Valoriza os momentos (mais do que os presentes materiais) e é mais uma oportunidade para estarmos juntos e “experimentar”.

Solidariedade. E porque andamos sempre a apregoar que o Natal é um momento para celebrar o amor ao próximo, a família, os afetos, a generosidade… mas tantas vezes fazemos efetivamente muito pouco, para tornar as intenções verdadeiras, partilho convosco as ideias de uma leitora muito querida que, em família, opta por comprar oferecer um brinquedo ou uma roupa a uma instituição ou a alguém que precise de apoio e comprar estrelinhas da Associação Make a Wish.
(obrigada Célia !:) )

Made by us. Já há alguns anos que tentamos não comprar presentes para adultos e deitamos mãos à obra para tornar os mimos ainda mais especiais: uma compota de abóbora, um frasquinho de granola caseira, azeite aromatizado, um pacotinho de biscoitos feitos em família, são só alguns exemplos possíveis. O resto, só depende da vossa imaginação. Os mais pequenos gostam imenso de participar, desde a confeção até ao último toque especial no embrulho. E eu acredito mesmo, que estes presentes únicos e personalizados, chegam mais depressa ao coração de quem os recebe.

Para terminar, continuo a falar numa ideia de que gosto muito: um globo terrestre, daqueles iluminados. Oferecemos um ao nosso filho há uns anos atrás e sempre que falamos de um país novo lá vamos nós, a pedido, apontar onde o dito fica. Pode ser que seja um empurrãozinho para fazer crescer a vontade de mundo.

E para que eles aprendam, devagarinho (e para sempre), que o Natal é muito mais do que um saco cheio de presentes, tornemo-nos mais conscientes do nosso papel enquanto famílias, esquecendo o telemóvel e o computador, constituindo equipas na cozinha para fazer filhozes e aletria, vestindo casacos quentinhos para passear ao ar livre e sobretudo, demorando os jantares para que neles se converse, se olhe nos olhos e se faça sentir a todos que, afinal… já todos temos tudo, o que efetivamente é preciso ter.

Feliz Natal, pessoas tão bonitas!

Nota: E porque às vezes para entender é preciso fazer pensar, partilho convosco um anúncio produzido pela Ikea, que nos deixa o coração apertado, de tão real que esta cena podia ser…

A carta que agora me apetece.

 

Meu querido Pai Natal,

Hoje sou eu que te escrevo. Talvez já o faça tarde, mas sinto que preciso de apaziguar as dúvidas que me assaltam em relação aos métodos que usas para educar as crianças que, por esta altura, sonham contigo todos os dias. E porque eu sei que com esse teu ar bonacheirão, só podes mesmo ser boa pessoa, aqui te proponho algumas reflexões. Sem censura.

A carta (vulgo lista). Eu entendo que a Lapónia seja longe e que por isso os manuscritos enviados pelo correio sejam até uma boa alternativa. Mas sabes Pai Natal, as crianças quando ensinadas sobre a importância e a magia desta carta, depositam nela tudo o que têm, tudo o que desejam ter e até tudo o que gostariam que fosse diferente. Às vezes até pedem que o pai ou a mãe, que já cá não estão, voltem, imagina tu. E cá entre nós Pai Natal, há coisas que tu, definitivamente, não podes fazer…

As diferenças no tamanho do saco. Pai Natal, já pensaste que se calhar seria boa ideia encomendar os sacos que deixas em cada chaminé (ou exaustor), a uma qualquer empresa têxtil que os fizesse a todos iguais, bem mais pequenos de preferência? Todos sabemos que começaste com sapatos e meias e que as exigências da tarefa te obrigaram a mudar, mas a continuar assim, qualquer dia, conduzes um camião TIR. Não há rena que aguente puxar um trenó tão pesado e, sobretudo, não há criança que compreenda o valor de um presente, quando recebe 30 de uma só vez;

A seleção dos destinatários. Eu sei que o mundo tem muitas crianças, que tu tens imenso trabalho e que por isso, precisas de justificar porque é que umas serão merecedoras dos teus presentes e outras não. Mas fazer isso com base no critério “bom” ou “mau”, parece-me a mim um bocadinho injusto. Sobretudo quando se fala de crianças. Todas as crianças são boas crianças, todas as crianças se portam bem (mesmo quando fazem birras) e todas as crianças são capazes de pedir, com toda a força que têm, os presentes com que sonharam ao longo do ano. E ainda assim, sabemos nós, nem todas as crianças têm o privilégio de os receber;

O desafio dos pais. Amigo “Barbuchas”, é ponto assente que nós somos os teus principais aliados nesta missão, às vezes ardilosa, de fazer crianças felizes, mas custa-me pensar que para isso temos de lhes mentir. Sobretudo nós, que desde que eles aprendem a falar, lhes dizemos que mentir é feio. Muito. Então ando eu a afiançar que o “homem do saco” não existe para castigar os maus meninos e depois digo-lhes que há um senhor vestido de vermelho que atravessa os céus a uma velocidade estonteante, para premiar os bons? Huummm, não sei se isto será um bom princípio…

Meu querido Pai Natal, findo este desabafo sei que outras coisas haveria para dizer mas parece-me que o principal é que se revejam alguns procedimentos, de forma a impedir que a falta de atenção ao outro e o consumo desenfreado e pouco consciente, nos roube aquele que é o verdadeiro sentido de estarmos juntos, nesta que é a melhor missão do mundo.

E sabes que mais, Pai Natal?

Esta carta que hoje te escrevo traz-me a clareza de perceber que afinal, sou eu que te devo um pedido de desculpas. Porque tu és, apenas e só, aquilo que nós fizemos de ti.

É p´ró menino e p´rá menina…

 

Sim, eu prometo que este é o último texto sobre a temática natalícia. Até eu já estou farta disto. Mas a verdade é que depois de todos os desabafos sobre a azáfama da época e as peripécias do senhor das barbas, achei que o mínimo era partilhar convosco algumas ideias para presentes felizes que, mesmo que não tenham sido pensados pelos mais pequenos, farão com certeza as suas delícias.

Ficam por isso algumas sugestões, já testadas e aprovadas pelo especialista cá de casa:

Jogos de madeira. Podem ser comboios, casinhas de bonecas, puzzles, instrumentos musicais… São bonitos (às vezes apetece-me pô-los a decorar a sala), não precisam de pilhas, apelam à imaginação, deixam memórias e duram imenso tempo (ao contrário do plástico fantástico).

Brinquedos artesanais: pensar num brinquedo como uma peça única, criada por alguém que pôs nele o seu tempo e a sua dedicação, torna tudo mais especial. Transmitir essa ideia aos miúdos falando-lhes sobre a história de quem deu vida àquele brinquedo, contribui para quem entendam este valor e o procurem nas escolhas que façam. O projeto Biscoitos é um projeto assim, bonito e concebido com muito amor, em que cada detalhe conta uma história feliz e nos prepara para muitas outras.

Jogos de tabuleiro ou outros. Por cá os preferidos são o mikado, o xadrez, o jenga, o dominó, o jogo da memória e um baralho de cartas. São jogos com benefícios enormes ao nível da aprendizagem, da memória, da atenção, da motricidade fina, e são ainda uma excelente forma de terminar os serões. É tempo tranquilo e tempo em família, que permite matar as saudades e ainda contribui para sonhos bons;

Pincéis, tintas, marcadores, blocos de papel, barro, plasticina… Tudo o que permita explorar materiais, conhecer melhor as cores, experimentar texturas, arriscar o traço é, na minha opinião, do melhor que há para estimular a criatividade, o conhecimento e a livre expressão de emoções e sentimentos;

Livros. Sempre e muitos. Há, hoje em dia, livros para crianças de enorme qualidade. Desde os textos, às ilustrações, aos temas abordados… a maior dificuldade será sempre ter de escolher. Um dos nossos preferidos é o “Pássaro da Alma” de Michal Snunit, que vale a pena conhecer (para miúdos e graúdos);

Música. Pode ser um cd de qualidade, como por exemplo o “Mão Verde” de Capicua e Pedro Geraldes, que é também um livro, ou podem ser instrumentos musicais, como um ukulele, uma pandeireta, uma viola, uma flauta… Cá em casa temos alguns e é sempre uma alegria imensa organizar os concertos em família;

Experiências. Vou tirar esta da manga pela primeira vez este ano e embora ainda esteja a magicá-la, a ideia é pensar numa atividade/ momento em família (um concerto, uma viagem, uma ida ao cinema, um piquenique…) e oferecê-lo num postal ou até num desenho. Valoriza os momentos (mais do que os presentes materiais) e é mais uma oportunidade para estarmos juntos a “experimentar”.

E, para terminar, uma ideia de que gosto muito: um globo terrestre, daqueles iluminados. Oferecemos um ao Manel há uns dois anos e sempre que falamos de um país novo lá vamos nós, a pedido, apontar onde o dito fica. Pode ser que seja um empurrãozinho para fazer crescer a vontade de mundo.

Assim eu gostava que fosse.

P.S – E porque eu já prometi que este era o último texto de inspiração natalícia, cá vai o desejo de um Natal com maior significado, gratidão, momentos felizes e sorrisos bons de quem nos faz suspirar por mais… Ah, se ainda vos aparecer por aqui um postalito, perdoem-me, é da febre da época…

O bom do Pai Natal.

Tenho uma relação agridoce com esta história do Pai Natal.

Acho que não gosto, mas acabo por provar e ir mastigando a coisa. Por mastigar entenda-se, embarcar no disparate. Sim, porque hoje em dia, mesmo que eu não quisesse abraçar o conceito de um senhor de barbas distribuidor de presentes, tal seria tarefa quase inglória.

O bom do senhor está mesmo em todo lado. É no supermercado, é na televisão, é na escola, é nos outdoors, é nos catálogos na caixa do correio… e eu, que até percebo que papar com a Lapónia o ano inteiro, deixe qualquer um entediado (e que por isso, este apelo natalício seja um espécie de libertação), continuo a achar que o rapaz podia ser um pouco mais comedido na auto propaganda.

Ora vejamos então, uma das mil razões porque é que esta tradição é tramada…

No ano passado, um dos desejos da criança aqui de casa era o camião da patrulha pata. Eu, mantendo-me fiel àqueles que são os nossos princípios enquanto família, achei que cobrar 100 euros por um camião de plástico, usando perniciosamente o facto do mesmo povoar o imaginário de todas as crianças entre os 3 e os 5 anos, era, no mínimo, imoral. E mantive o boicote ao camião da patrulha pata.

Na altura expliquei ao Manel que talvez o Pai Natal não conseguisse trazer aquele brinquedo porque era muito caro e era preciso distribuir os brinquedos (a riqueza) por todos os meninos. A coisa colou mas uns dias depois do Natal, acalmadas as hostes, ele veio ter comigo e perguntou porque é que o Pai Natal tinha trazido um camião tão caro a alguns dos seus amigos e a ele não. Eu, engoli em seco e improvisei a melhor resposta que consegui na altura.

Este foi um dos milhares de momentos em que me apeteceu acabar com a fantochada. Não o tendo feito, procuro não alimentar demasiado a coisa e vou falando no Pai Natal dos pais, do avô, da avó, dos tios… vamos vendo juntos os catálogos dos brinquedos que nos chegam a casa (e que lhe fazem os olhos brilhar) e vamos falando sobre os preços e sobre a sua relação com a qualidade ou interesse do brinquedo. E o Manel vai sendo capaz de fazer escolhas cada vez mais conscientes, o que a mim me faz sentir que estamos no caminho certo.

Ultimamente tem-me feito perguntas estratégicas do género: “Mas porque é que o Pai Natal está sempre com a mesma idade?”, “Mas como é que o Pai Natal entra nas casas que não têm chaminé?, “E porque é que nós raramente vemos o Pai Natal verdadeiro?”

E na vez em que me pergunta se o Pai Natal existe de verdade, eu respondo que há pessoas que acreditam que sim e outras que acreditam que não. Não consigo dizer-lhe outra coisa.

Posto isto, vou continuar neste misto de amargo doce, a deixar-me levar pela sua imaginação e pelo seu ritmo, neste caso, ainda tão conduzido pela melhor estratégia de marketing de sempre: um senhor barbudo, de ar simpático e bochechas rosadas, vestido de vermelho e branco, a beber uma coca cola fresquinha.

Felizmente, o Natal é tão mais do que isto.

Felizmente, eu tenho cá para mim, que ele começa a entendê-lo…

 

Natal sem pilhas. Sim, outra vez…

Depois do desabafo no boicote ao camião da Patrulha Pata, parece-me útil pensar em algumas alternativas para fugir ao forte apelo do canal Panda, que dita todas as vontades dos miúdos entre os 3 e os 10 anos.

Cresci a não perceber porque é que me ofereciam tantos livros, quando o que eu queria era mesmo mais uma Barbie! Hoje fico feliz que assim tenha sido e acho que, em parte, essa foi uma das razões que me fez descobrir este amor grande às palavras. E ainda bem.

E antes que pensem “Ah e tal, olha para ela armada em intelectualóide…”, digo-vos já que também eu me rendo, com conta, peso e medida, ao inesgotável mundo do Hulk, do Pirata Jake e outros que tais, até porque eles moram na carta ao Pai Natal, que a maioria de nós pede às crianças para escrever (e agora que penso melhor nisto, este hábito da carta pode ser de uma maldade terrível para alguns…).

A minha proposta é então que, mesmo que não consigamos fugir totalmente a isto, possamos incluir na lista de presentes de Natal, outros brinquedos que não tendo sido pensados por eles, farão com certeza as suas delícias.

Ficam por isso algumas sugestões, já testadas e aprovadas pelo Manel:

  • Jogos de madeira. Podem ser comboios, casinhas de bonecas, puzzles, instrumentos musicais… São bonitos (às vezes apetece-me pô-los a decorar a sala), apelam à imaginação, deixam memórias e duram imenso tempo;
  • Jogos de tabuleiro ou outros. Cá em casa os preferidos são o mikado, o xadrez, o jenga, o dominó e um baralho de cartas. São jogos com benefícios enormes ao nível da aprendizagem, da memória, da atenção, da motricidade fina, e são ainda uma excelente forma de terminar os serões. É tempo tranquilo e tempo em família, que permite matar as saudades e ainda contribui para sonhos bons;
  • Pincéis, tintas, marcadores, blocos de papel, barro, plasticina… Tudo o que permita explorar materiais, conhecer melhor as cores, experimentar texturas, é, na minha opinião, do melhor que há para estimular a criatividade, o conhecimento e a livre expressão de emoções e sentimentos;
  • Livros. Sempre e muitos. Há, hoje em dia, livros para crianças de enorme qualidade. Desde os textos, às ilustrações, aos temas abordados… a maior dificuldade será sempre ter de escolher.

E, para terminar, uma ideia que acho muito boa: um globo terrestre, daqueles iluminados. Demos um ao Manel no Natal passado e sempre que falamos de um país novo lá vamos nós, a pedido, apontar onde o dito fica. Pode ser que seja um empurrãozinho para fazer crescer a vontade de mundo.

Assim eu gostava que fosse.

P.S – Porque é lá que vivem os brinquedos mais bonitos, porque é um projeto local, porque aposta no que é português, porque tudo é pensado e escolhido com o coração, porque elas merecem e por muitas outras razões especiais… espreitem a CASTA e façam o favor de ser por lá muito felizes. Garanto eu.